Enfim pude mudar o blog para um local próprio, agora o blog é Nação Livre.org

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Bem, como pode-se perceber,um dos meus ideais é proporcionar um desktop cada vez mais bonito, fácil, simples e o menos técnico possível ao usuário final.
Já ensinei aqui como acabar com o problema de montagem/desmontagem manual de disquetes, como baixar mp3, e como deixar seu gnome com uma interface mais “janelas”.
Desta vez ensinarei como remover o “usplash” aquela telinha preta, meio monótona do ubuntu ao ser carregado, ou mesmo a tela preta contendo todos os passos de boot do kernel. No lugar colocaremos uma barra de progresso bonitinha.
*As dicas aqui servem para Ubuntu especificamente, mas em qualquer derivado de debian com bons repositórios teremos bons resultados…
Chega de falar, mãos à obra!
baixe o Splashy aqui, ele substituirá o Usplash
Com seu ubuntu devidamente configurado:
Logue como root no terminal e digite o comando:
root@ubuntu# aptitude remove usplash
ou como usuário normal, se o sudo estiver ativado:
usuario@ubuntu$ sudo aptitude remove usplash
pronto, usplash removido
vamos agora
instalar o splashy
ainda no terminal(como root):
root@ubuntu# dpkg -i splashy_0.1.8.1-1_i386.deb
ou com o SUDO
usuario@ubuntu$ sudo dpkg -i splashy_0.1.8.1-1_i386.deb
Instalação finalizada, vamos à configuração
Precisamos que seu boot agora inicie numa tela de 1024×768, para isso editaremos o arquivo:
/boot/grub/menu.lst
procure as linhas que dizem respeito ao seu ubuntu e adicione o parâmetro vga=791 à linha do seu kernel
exemplo:
title Ubuntu, kernel 2.6.15-26-k7
root (hd1,0)
kernel /boot/vmlinuz-2.6.15-26-k7 root=/dev/hdb1 ro quiet splash
initrd /boot/initrd.img-2.6.15-26-k7
savedefault
boot
mude para
title Ubuntu, kernel 2.6.15-26-k7
root (hd1,0)
kernel /boot/vmlinuz-2.6.15-26-k7 root=/dev/hdb1 ro quiet splash vga=791
initrd /boot/initrd.img-2.6.15-26-k7
savedefault
boot
pronto, seu boot está mais bonitinho.
Agora vem os detalhes!
Por padrão seu boot terá essa tela:

mas eu fiz um tema pro Ubuntu que deixará seu boot assim:

Para baixá-lo clique aqui
Para instalar o tema execute, como root o seguinte comando ems eu terminal:
root@ubuntu# splashy_config -i ubuntu_glass.tar.gz
para ativá-lo use o comando:
root@ubuntu# splashy_config -s ubuntu_glass
pronto
agora você tem um boot bonitinho!
Dúvidas? Poste um comentário!
Espero ter ajudado!
É fato quie o gnome é escolhido por muitos GNUs pelo fato de ser totalmente livre, e principalmente, por ter um visual totalmente inovador no que diz respeito à localização dos itens, diferenciando-o totalmente do sistema opracional proprietário mais usado…
Bem, outro fato é que alguns gostam do gnome também pela velocidade, ams gostam do visual Windows®, portanto neste artigo mostrarei como deixar seu GNOME assim:
Vamos lá!
A primeira coisa que precisaremos é da imagem que deseja usar como botão iniciar
Eu fiz alguns SVGs que podem ser baixados aqui:
![]()
Eu preferi esse formato SVG por ser vetorial, portanto a alteração no tamanho não influencia na qualidade.
OK, vamos à configuração
você precisará do gconf-editor se estiver usando debian/ubuntu ou derivados basta um
aptitude install gconf-editor
clique com o botão direito no painel e clique em “Adicionar ao painel…“
adicione o “Menu principal“
agora abra o gconf-editor com o comando gconf-editor ou vá em
Aplicações>Ferramentas do Sistema>Editor de Configurações
dentro dele vá em:
Apps > Panel > Objects
aí dentro tem tudo relacionados aos ítens adicionados ao painel.
Procure nos objetos(object_0, object_1, etc…) algum que tenha a propriedade ToolTip definida como “Menu principal”
pronto, vc acaba de achar as configurações do seu menu
agora ative a opção use-custom_icon
depois edite a chave da opção custom_icon
e coloque o caminho completo da sua imagem.
Exemplo:
Se você baixou o menu em /home/fulano/menu.svg
coloque esse mesmo caminho na chave do custom_icon
veja que seu menu mudou!
*Dica: A opção tooltip pode ser editada para que exiba uma descrição personalizada ao passar o mouse no menu.
Colocando a lixeira no desktop:
Ainda no gconf-editor vá em Apps>nautilus>desktop
ative a opção:
trash_icon_visible
pronto!
*Dica: desbravando ese gconf-editor você encontrará muitos outros ajustes, mas aconselho tomar cuidado!
Espero ter ajudado. Até a próxima!
Este guia baseia-se num tutorial que encontrei na net mas já não consigo mais encontar.
Vamos lá!
Ferramentas Utilizadas:
Gift + Apollon + libraries com suporte a 2 redes p2p bem conhecidas: Ares e FastTrack.
Em suma: Gift é um programa que procura arquivos em redes p2p, porém é um daemon*
Apollon é um front-end** para manusear o GifT
*daemon: É um processo que roda em segundo plano e age sem que o usuário perceba.
**front-end: É uma facilidade para o manuseamento de aplicativos, normalmente os frontends são bem bonitos e intuitivos. No caso do GiFT, seu manuseio é em modo-texto, algo bem desgastante. Daí o Apollon entra e facilita tudo!
Obtendo e Instalando:
Habilite todos os repositórios que vem em seu debian ou ubuntu.
No caso do ubuntu habilite, inclusive, os repositórios multiverse e universe para que você tenha uma gama maior de aplicativos.
No terminal como root:
apt-get update
aptitude install gift apollon
cd /root/
mkdir arquivos_deb
cd arquivos_deb
wget http://gabrielteratos.oi.com.br/libares-gift_0.2.2-1_i386.deb
wget http://gabrielteratos.oi.com.br/libfasttrack-gift_0.8.9-1_i386.deb
dpkg -i *
________________________________
No terminal, logado com seu usuário padrão, no meu caso “zeca”:
cd /home/zeca/
wget http://gabrielteratos.oi.com.br/giFT.tar.bz2
tar xjvf giFT.tar.bz2
_________________________________
Pronto, agora basta abrir seu apollon e buscar suas mp3
O GiFT vem, por padrão, com suporte às redes P2P gnutella e OpenFT.
Com os 2 pacotes deb baixados aqui você instala suporte a mais 2 redes: Ares e FastTrack, sendo esta última a rede padrão do Kazaa.
O arquivo que se baixa como usuário comum são as configurações básicas pro funcionamento do Gift+Apollon+Redes P2P
se quiser baixar MP3 como outro usuário, repita o ultimo processo, desta vez logado no terminal com o usuário desejado e substituindo novamente o “zeca” pelo nome do seu usuário.
Bom proveito!
Dúvidas: gabrielteratos@gmail.com
Um ponto fraco do linux em aplicações rotineiras é a montagem de volumes, principalmente quando se trata de lugares com uso constante de disquetes.Daí, há um tempo o pessoal da conectiva(sim, na época do conectiva) implementou o supermount no seu kernel.
Supermount? Que bicho é esse?
Trata-se de um patch compatível com o kernel 2.4.x, utilizado na época. Como todo patch, ele é aplciado ao código-fonte do kernel e habilitado na hora da compilação.
Sua função é fazer com que o volume indicado funcione como no sistema operacional proprietário que conhecemos bem: Um clique no ícone do drive e ele é acessado sem necessidade de montagem manual.
Essa característica tem seus prós e contras:
No linux ao montar um CD(por exemplo), o drive fica travado e enquanto estiver sendo usado, por mais que o uauário aperte o botão ejetar o cd não sai; Quando o cd é desmontado o drive é liberado.
No SO proprietário, mesmo que o cd esteja em uso(exemplo: cópia de arquivos), ao apertar o botão ejetar o cd sai, interrompendo o processod e cópia.
No entanto, no caso de disquetes essa “montagem automática” seria muito útil.
Aí entraria o supermount.
Até aí parece ser bem simples, mas aos poucos os problemas vem…
Imagine que temos um hardware muito novo para o kernel 2.4, ou que precisamos de implantações muito recentes, encontradas somente no kernel 2.6… como proceder???
No site oficial do supermount encontramos uma versão do supermount portada para o kernel 2.6, mas tive tentativas falhas ao usá-lo devido à particularidades no patch com a distribuição Gentoo, daí numa necessidade absurda de utilizar essa funcionalidade de montagem fui buscando, foi aí que conheci o submount, em suma ele faz a mesma coisa que o supermount, mas é algo mais atual, compatível específicamente com o Kernel 2.6.
Download
a versão 0.9 do submount pode ser obtida em:
http://ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/submount/submount-0.9.tar.gz
Instalação num Debian Etch
Como root:
Precisaremos de alguns pacotes:
apt-get install make gcc build-essentials automake autoconf
cd /usr/src
mkdir submount
cd submount
wget http://ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/submount/submount-0.9.tar.gz
tar -xzvf submount-0.9.tar.gz
cd submount-0.9
Dentro da pasta temos 2 subpastas:
subfs-0.9 submountd-0.9
subfs-0.9: É o subfilesystem, sistema de arquivos que identificará a mídia e mostrará-ao kernel.
submountd-0.9: Um programa que se encarregará de montar automaticamente a mídia.
Instalando o subfs
cd subfs-0.9
make
make install
instalando o submountd
cd ../submountd-0.9
./configure
make
make install
Instalação e configuração do módulo
*agora vamos entrar na pasta onde ficam os módulos do seu kernel:
/lib/modules/<versão do seu kernel>/build
dentro da pastacompile o módulo com
make modules_install
make
make install
pronto, estamos com o módulo compilado, agora vaos carregá-lo
cd /lib/modules/<versão do seu kernel>/kernel/fs/subfs
modprobe subfs
*(o kernel que você pretende instalar o módulo deve estar rodando, caso queira instalar em outro kernel faça um reboot e entre pelo kernel que deseja instalar o submount)
Utilização
Agora vem a parte mais fácil, para usar basta configurar seu fstab, vamos lá:
fazendo um backup do seu fstab original:
cp /etc/fstab /etc/fstab.original
agora edite o fstab
vi /etc/fstab
e substitua as informaços do floppy, deixando assim:
/dev/fd0 /mnt/floppy subfs fs=floppyfss,iocharset=iso8859-1,sync,umask=0 0 0
*no lugar de /mnt/floppy você pode colcoar m pondo de montagem preferido.
Pronto! Agora é reiniciar o pc e ver a coisa funcionando!
Basta acessar a pasta escolhida como ponto de montagem e o disquete será montado automáticamente e desmontado após a leitura ou gravação! Perfeito!
O mesmo pode ser feito com cdrom. No fstab ficaria algo como:
/dev/cdrom /mnt/cdrom subfs fs=cdfss,ro,iocharset=iso8859-1,umask=0 0 0
Espero ter ajudado!
Até a próxima!
Existem certos mitos a respeito do Linux em ambiente empresarial. Principalmente se estivermos abordando diretamente fatores a respeito do TCO. Em algumas matérias de publicações especializadas em Business o TCO para Linux é alto devido principalmente ao treinamento e a implementação.
Em muitos casos este TCO pode superar a de uma simples aplicação em Windows. Posso concordar que a contratação de um especialista em Linux pode gerar um custo alto quando o modelo de implementação for gerado com base numa otimização do sistema sobre um Hardware Especifico.
A situação se altera quando visualizamos as perspectivas de uma pequena ou media empresa (SMB) onde o porte de implementação será focado apenas no Software instalado e seus aplicativos. Neste tópico irei abordar algumas soluções simples que reduzem o TCO e possibilitem uma rápida administração dos recursos em Software Livre!